PodCast Loucos pelo Loucos #24 – Especial Ayrton Senna – Com Thiago Raposo

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Salve galera amiga do podcast Loucos pelo Loucos. O programa #24 trouxe uma homenagem especial ao ídolo Ayrton Senna, e além da presença de Daniel Gimenes, Welington Leal e Gustavo Pfuhl, o programa teve a honra de receber como convidado um dos maiores especialista do Brasil em automobilismo, o grande Thiago Raposo do Café com Velocidade!

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Tamanho do arquivo: 133 MB

Duração do programa: 2h 25m 39s

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Alguns vídeos e algumas fotos de episódios sobre o ídolo que abordamos no programa:

Primeiro teste na Williams 1983

Teste na Brabham em 1983

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Mônaco 1984

Jerez 1986

Senna x Piquet – Hungria 1986

Senna x Prost – Portugal 1988

Senna x Prost – Imola 1989

O momento em que o polêmico acordo foi firmado entre Senna e Prost.

O momento em que o polêmico acordo foi firmado entre Senna e Prost.

Senna – Volta voadora em Suzuka 1989

Senna x Prost – Suzuka 1989

Briefing – Suzuka 1990

Senna x Prost – Suzuka 1990

Senna discute com Jackie Stewart

Senna deixa Berger passar – Suzuka 1991

Senna testa o Penske PC 92 da Indy em 1992

Primeira volta em Donington Park 1993

Austrália 1993

Senna com Tina Turner Australia 1993 – Simply the Best!

Senna manda mensagem para Prost em Imola 1994.

Erik Comas Imola 1994

Para melhor entendimento do vídeo acima, Senna desce do carro para prestar socorro a Comas na Bélgica em 1992.

Recomendamos a todos nossos amigos ouvintes a baixar o podcast do Café com Velocidade.

Clique aqui para acessar a página do programa.

Sem título

Gasolina na veia galera!

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Matéria dos vinte anos da morte de Ayrton Senna – Arquivo em PDF

Disponibilizo aqui o PDF da matéria que fiz para a Revista Alternativa do Japão sobre os 20 anos da morte do ídolo Ayrton Senna. São seis páginas em que abordei o lado humano do piloto.

Publicada no mês de maio deste ano, a edição teve tiragem de mais de 50.000 cópias, e circula na comunidade brasileira no Japão.

Boa leitura!

Clique aqui para baixar o arquivo em PDF.

Gasolina na veia galera!

Uma pista chamada Silvastone

Certo dia, no início da década de 1980, algum inglês admirado com o talento de um jovem brasileiro, que dominava as categorias do automobilismo britânico como ninguém, chamou a pista em que ele mais vencia de Silvastone. O Silva, que talvez seja o sobrenome mais brasileiro de todos, também era o deste piloto, que agora se juntava ao nome da pista.

Silverstone, uma antiga base militar aérea inglesa, usada intensamente durante a Segunda Guerra Mundial, se tornou o palco preferido do ousado brasileiro de sobrenome tão simplório, Ayrton da Silva. Silverstone, a pista, agora ficava mais simplória e ao mesmo tempo mais nobre. Teria para sempre seu nome unido ao da maior lenda que já passou pelas corridas de automóveis.

É difícil mensurar quem foi maior: a pista ou o piloto. Buscar o maior é algo típico de nós humanos. Fico com a seguinte opinião: sem Silverstone e as demais pistas não existiriam pilotos, sem pilotos, não existiria Silverstone.

Ayrton Senna e a mitológica pista inglesa, onde foi disputada a primeira corrida de Fórmula em 1950, serão eternos. Mesmo que a pista inglesa venha deixar de existir algum dia, assim como o ídolo que nos deixou. Senna honrou as tradições dos pilotos brasileiros em pistas britânicas, batizou um traçado desafiador. Digo mais – o piloto era o rei e a pista a rainha – de um esporte único. Ambos reinaram sobre a Fórmula 1, ambos são referências de velocidade e emoção.

Ayrton adotou o Senna – sobrenome materno – para acompanhá-lo nas corridas. Silvastone, apesar de ser Silverstone, será lembrada pelos fãs como Silvastone. Ayrton tem até um S em Interlagos, batizado com seu sobrenome, desta vez o materno. Mas o sobrenome paterno irá reinar para sempre na pista inglesa.

Toda vez que um brasileiro vencer em Silverstone, Silvastone retornará. No inconsciente dos fãs, de uma das mais desafiadoras pistas do automobilismo mundial, a lembrança trará novamente à vida o atrevido brasileiro de capacete amarelo, que nos anos iniciais da carreira mudou o nome de um templo da Fórmula 1.

O artista e o palco, o palco e o artista. Para sempre Silvastone, para sempre Ayrton da Silva.

 Daniel Gimenes